Portfolio de produção executiva | Vanessa Rodrigues Aguiar
[Parceria atelier ABOUT e Dino Filmes]
"Papel" Ficção | Drama/Horror | FullHD | COR | 18'51” | 2025 | BRAZIL | PT
Sinopse: "Papel" adentra o universo de Plínio Marcos para retratar o cotidiano de catadores de papel explorados por um patrão opressor. Com sutis toques de terror urbano, o filme tece um retrato inquietante das injustiças sociais.
FICHA TÉCNICA
Produção Executiva Van AguiarDireção Dino MenezesCodireção Paula D'AlbuquerqueRoteiro Nilma NunesELENCOBERRÃO Caio MartinezNHANHÁ Oyá YinkáCOCO Hiran AraújoGÁ Anastácia TellyMARIA-VAI Mayara GomezCHICÃO Henrique NascimentoFRIDO Kleber AlmeidaNOCA ABECCATIÃO Diogo CunhaDireção de Elenco Paula D'AlbuquerqueDireção de Arte Bia MaranDireção de Fotografia Ariel QuintelaProdução Telmo MartinsSom Direto Brayan Arevalo | Gori FilmsAssist. de Prod/Platô Clayton dos AnjosAssistência de Direção Digo MaransaldiAssistência de Elenco Chéri de MoiraAssist. de Prod/ Se Ney PaivaCatering atelier ABOUTMontagem Michel Custódio & Dino MenezesFinalização de Cor Ariel QuintelaLettering & Design Van AguiarDesenho de Som e Master Iasmin AlvarezFoto Still Dino MenezesMaking of Telmo Martins & Dino MenezesAcessibilidade atelier ABOUTLegendas Iasmin AlvarezAssessoria de Imprensa Ivo FelipeGestão de Projeto Leandro TaveiraApoioSantos Film Commission / SECULT SANTOS / Prefeitura Municipal de SantosProjeto contemplado no edital municipal 008/2023 | LEI PAULO GUSTAVOMinistério da Cultura / Governo Federal do Brasil
"Índio não é Fantasia" Curta-documentário 14'06" | 2023
Sinopse: "Índio não é Fantasia" retrata a luta dos povos originários por seus direitos territoriais, destacando o embate contra o marco temporal e a resistência das comunidades indígenas brasileiras, com foco na Aldeia Tekoá Paranapuã. Através dos depoimentos das principais lideranças indígenas, o documentário nos faz refletir sobre as consequências devastadoras da perda de terras ancestrais para esses povos e para o equilíbrio ambiental.
Ficha Técnica | Índio não É FantasiaDepoimentosRonildo Amandios - Wêrá MirimSonia GuajajaraMarcelino Tibes - Qarai EtenondeSuelen de Oliveira - Pará PotyErundina Gabriel dos Santos - Pará PotySamela Sateré MawéJuliana KerexuTukuma PataxoCacique Raoni MetuktireKleber KaripunaMaurício TerenaDireçãoDino MenezesProdução ExecutivaVanessa Rodrigues AguiarLeandro TaveiraFabricio De LimaArgumentoDino MenezesEstela MagalhãesRonildo WeráRoteiroDino MenezesNildo FerreiraPesquisaMarilia Gomes Ghizzi GodoyRafael MoreiraSimone de MarcoProjetoLeandro TaveiraVanessa Rodrigues AguiarDireção de ProduçãoEstela MagalhãesDireção de FotografiaFabiano KellerMichel CustódioAssistente de ProduçãoWera Popygua - Eder BenetezDjéra Mirim - Leilane Amandios MacenaClayton LuizNey PaivaSom direto e finalização de somBrayan Arévalo "Gori"Trilha e SomDino MenezesMúsicasCoral Guarani da Aldeia ParanapuãEdição e FinalizaçãoAriel QuintelaDino MenezesMichel CustódioMaking ofAriel QuintelaDireção de ArteVanessa Rodrigues AguiarFoto StillKelly JandaiaJuliana DuarteLegendasIasmim AlvarezTraduçãoLeonardo Edileno - Wera TupãAssessoria de ImprensaEgle CisternaGustavo T. MirandaDistribuiçãoPaulo Luz Corrêa - SitfestivaisMotoristaEmerson MesquitaAgradecimentoWêrá MirimAráWera PopyguaKaraí PopyguaTupã MirimPara PotyKaraí JeguakaDjéra MirimYva MirimParáyvotyYry NhênduáDjáxuka Réte MirimKrai PopyguáKerexu MirimKarai TénôndêPará PotyKerexu nhênduáProduçãoDino Filmes e atelier ABOUTTekoá Paranapuã - São VicenteSantos 2023
Sinopse: O filme ‘Nhãndê kuery mã hi'ãn rivê hê'yn’ (Não Somos apenas sombras) narra, em guarani, a história e os desafios atuais da aldeia indígena Paranapuã, localizada em São Vicente, no litoral de São Paulo. O documentário propõe que indígenas se vejam em tela de cinema, como protagonistas da sua própria história.
*filme exibido em mais de 40 festivais nacionais e internacionais.
FICHA TÉCNICA | Não somos apenas sombrasMombe'u va'e (Depoimentos)Wêrá Mirim - Ronildo AmandiosSonia GuajajaraMoenonde va'e kue (Direção)Dino MenezesMboruvixa kuaa pota va'e kue (Produção Executiva)Vanessa Rodrigues AguiarLeandro TaveiraFabricio De Limakuaa pota (Argumento)Dino MenezesEstela MagalhãesRonildo WeráMba'e apo (Roteiro)Dino MenezesNildo Ferreirakuaa pota (Pesquisa)Marilia Gomes Ghizzi GodoyRafael MoreiraSimone de MarcoMba'e japo (Projeto)Leandro TaveiraVanessa Rodrigues AguiarMba'e japo gueroguata (Direção de Produção)Estela MagalhãesHi'ã re openã opena va'e (Direção de Fotografia)Fabiano KellerMichel CustódioMba'eapo re kuaa pota (Assistente de Produção)Wera Popygua - Eder BenetezDjéra Mirim - Leilane Amandios MacenaClayton LuizNey PaivaHi'ã re openã opena va'e (Som direto e finalização de som)Brayan Arévalo "Gori"Onhendua re mba'apoa (Trilha e Som)Dino MenezesMúsicasCoral Guarani da Aldeia ParanapuãOjekuaa va'e re kuaa pota ha'e mbaeapo mboty (Edição e Finalização)Ariel QuintelaDino MenezesMichel CustódioJapo va'e kue (Making of)Ariel QuintelaMba'e mo para re nhemoenonde (Direção de Arte)Vanessa Rodrigues AguiarHi'ã (Foto Still)Kelly JandaiaJayvua ipara (Legendas)Iasmim AlvarezIjayvua omombe'u jurua ha'e mbya (Tradução)Leonardo Edileno - Wera Tupãjekuaa va'e re mba'eapoa reve nhomboayvua (Assessoria de Imprensa)Egle CisternaGustavo T. MirandaMboja'o (Distribuição)Paulo Luz Corrêa - SitfestivaisMboguataa (Motorista)Emerson MesquitaMe' porã ete (Agradecimento)Wêrá MirimAráWera PopyguaKaraí PopyguaTupã MirimPara PotyKaraí JeguakaDjéra MirimYva MirimParáyvotyYry NhênduáDjáxuka Réte MirimKrai PopyguáKerexu MirimKarai TénôndêPará PotyKerexu nhênduáMba'eapo moenonde (Produção)Dino Filmes e atelier ABOUTTekoá Paranapuã - São VicenteSantos 2023
“Quando as Máquinas Param” Curta-Ficção 15’40” | 2022
Sinopse: O filme conta a história do casal, Nina e Zé, ou qualquer casal que se encontre diante das dificuldades da vida. Reféns da impossibilidade, sufocados pelo dia-a-dia, o casal resiste. Fragilizados pela recessão e o desemprego. Em meio a ondas de demissões e a falta de perspectiva em um Brasil que não muda.
Ficha Técnica “Quando as Máquinas Param"Baseado na Obra de Plínio MarcosElenco: Beatriz Bittencourt, Marcus di Bello e Caio Martinez PachecoRoteiro: Nildo FerreiraDireção: Dino MenezesProdução Executiva: Vanessa Rodrigues AguiarPesquisa e orientação: Kiko BarrosDireção de Fotografia: Fabiano Keller e Michel CustódioPreparação de elenco: Vinicius FerreiraTrilha Original: Felipe RomanoMúsicas: “Samba ferramentas e máquinas” e “Triste silêncio”Edição e Finalização: Nilton FerreiraDireção de Arte: Bia MaranVozes em Of: Maria Tornatore, Rafael Moreira e Fabricio de Lima.Assistente de Direção e Platô: Clayton LuizSom Direto: Julio Galassi e Brayan GoriMaking Of: Brayan GoriProdução Local: Arquimedes Machado e Igor HadjiAssessoria de Imprensa: Simone de Marco RodriguesAssessoria Contábil: Ygor Fazion GradelaORAGO Administração e ContabilidadeAssessoria Jurídica: Rita de Cássia Pellegrini Almeida e Kátia Maria Louro Cação AraújoCatering: Padaria RoxyMotorista: Ney PaivaEletricista: Roberto Carlos OliveiraBarbeiro: Bola BlackProdução: Dino Filmes e atelier ABOUTSantos | 2022
Sobre:
Curta-metragem Quando as Máquinas Param é tributo a Plínio Marcos e à atualidade de sua obra.O filme do cineasta santista Dino Menezes foi realizado com recursos 1º Concurso de Apoio a Projetos Culturais de Curtas-Metragens no Município de SantosDestacar a atualidade de um texto de Plínio Marcos pode soar como lugar comum, já que toda a sua obra parece escrita nos dias de hoje. Mas, diante de Quando as Máquinas Param, de 1967, não há como deixar de se ressaltar isso.A peça teatral, que retrata a degradação do casamento de um jovem casal, Nina e Zé, devido a mazelas sociais como o desemprego, a falta de oportunidade e o machismo, surge perfeitamente ancorada no presente no curta-metragem Quando as Máquinas Param, do diretor Dino Menezes, recém-lançado.A realização decorre do 1º Concurso de Apoio a Projetos Culturais de Curtas-Metragens no Município de Santos. O projeto de Menezes foi um dos cinco contemplados no edital inaugural da iniciativa promovida pelo Movimento Audiovisual da Baixada Santista (Mabs), em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura de Santos (Secult).A escolha do texto de Plínio Marcos para a adaptação audiovisual foi especial para o diretor. Menezes iniciou no teatro, em Santos, justamente no papel de Zé, momento em que tornou-se, também, um grande admirador do autor da peça. “Ao pensar em um projeto para esse edital, resolvi que tinha de ser alguma coisa que tivesse muito a ver com a cidade e a minha trajetória. Então, decidi que faria um filme com Quando as Máquinas Param, um texto que conheço profundamente”, explica.Ele seguiu o mesmo critério para definir a locação, que se deu em uma casa no Monte Serrat, símbolo santista que fica voltado para o porto. “ O morro é um lugar que, além de ser uma referência da cidade, também remete ao ambiente portuário, que está relacionado ao texto“, explica Menezes.No local, o diretor pode contar ainda com o apoio do diretor da Sociedade de Melhoramentos do Monte Serrat e agitador cultural Arquimedes Machado, que pediu a colaboração dos moradores para a realização da filmagem. “Eles foram muito cooperativos. Estavam no seu cotidiano e, mesmo assim, os que moravam mais próximo da nossa locação desligaram o som das suas TVs e evitaram fazer barulho para não atrapalhar”, conta.
Fato curiosoA equipe do curta-metragem é formada em sua maioria por artistas da região. O elenco reúne Beatriz Bittencourt, no papel de Nina, Marcus Di Bello, como Zé, e Caio Martinez Correa, que atua como ”Gordão”.Sobre a participação da atriz, Menezes ressalta um fato curioso. Conta que, ao convidá-la para atuar no filme, ela disse que seu avô, que também era ator, havia lhe dado o texto original de Quando as Máquinas Param antes de morrer.“O avô de Bia, seu Júlio, tinha guardado o texto da montagem em que tinha atuado quando jovem, na qual interpretará o Zé, dirigido pelo próprio Plínio. Daí, não tive dúvida. O roteiro foi produzido a partir dele”, destaca o diretor.A elaboração do roteiro, que envolveu a adaptação da peça para o curta-metragem, ficou a cargo de Nildo Ferreira. A direção de fotografia é de Fabiano Keller e Michel Custódio, que já trabalharam com Menezes em outras realizações, assim como Clayton Luiz, assistente de produção, e Nilton Ferreira, que cuidou da edição e finalização.Vanessa Rodrigues Aguiar, companheira de Menezes, é a responsável pela produção-executiva, Júlio Galassi e Brayam Gori, pelo som, Felipe Romano, pela trilha original e Bia Maran, pela direção de arte.
Produção inéditaA realização do filme contou também com a pesquisa e orientação de Kiko Barros, representante legal da obra de Plínio e filho do dramaturgo, que, pela primeira vez, acompanhou uma adaptação cinematográfica da peça. “Pelo menos, eu não tenho notícia de nenhuma outra produção de cinema com este texto”, comenta.Segundo ele, Quando as Máquinas Param, por tratar de questões que estão na ordem do dia, é um texto que tem sido muito procurado nos últimos tempos (embora nunca tenha deixado de ser). Mas sempre para montagens teatrais.“Por isso, o filme me surpreendeu. Achei muito interessantes as soluções que o Dino encontrou para contar a história em um curta de 15 minutos”, comenta Barros, referindo-se à edição em quatro grandes cenas, quase todas dentro da casa de Nina e Zé.“Ele conseguiu integrar no filme todos os elementos principais do texto, como a peregrinação de Zé atrás de emprego, mesmo que de forma implícita. Na peça, por exemplo, o personagem vai para a fila em busca de trabalho. No filme, não tem isso, mas a procura fica evidente no contato com o Gordão”, explica.Sobre a produção inédita, destaca ainda o enfoque de Menezes na questão da violência contra a mulher e a locação no Monte Serrat. “Gostei bastante da casa naquele local, com a vista inicial do porto, e achei surpreendente o chamado para o problema da violência contra a mulher no final do filme. Até porque, o foco do Plínio sempre foi a questão trabalhista. Naquela época, o tema da mulher não estava em discussão, embora ele já tratasse disso no texto. Mas não era urgente, como hoje”, comenta.Barros considera que, com sua abordagem, Menezes conseguiu manter a essência da obra de Plínio Marcos, que sempre buscou promover o debate sobre os problemas sociais com sua obra. “Ele dizia que o seu teatro só tinha sentido se fosse uma tribuna livre para discutir os problemas do homem até as suas últimas consequências. Faz isso até hoje”, conclui.
Temas relevantesPara Menezes, trabalhar com a obra de Plínio Marcos é sempre uma oportunidade de tocar em temas relevantes. Tanto que, em sua adaptação, aparecem referências a questões do noticiário atual. “Nada como trazer a discussão do Plínio para tratar desse momento”, afirma.A ambientação da casa, sem aparelhos de tecnologia mais atual, segundo ele, foi uma solução adotada para contar a história de forma atemporal. “Isso porque estão retratados ali problemas que existem na nossa sociedade desde sempre”, explica.Sobre o apelo final de seu curta, o diretor diz que optou por destacar uma situação que considera alarmante. “Desde a primeira vez que li Quando as Máquinas Param, o desfecho da história me tocou muito. Eu sempre me perguntava o que tinha acontecido ali. Assim, como neste exato momento há um alto índice de violência contra a mulher, puxei para essa questão”, informa.
"Cidade do Mar" Curta-documentário 24’51” | 2021https://youtu.be/gT9bjnLmNrA?t=52Sinopse: O surgimento e o desenvolvimento da cidade de Santos estão profundamente marcados pela relação de seu território com o mar. Partindo dessa característica essencial, o documentário Cidade do Mar convida à reflexão sobre o patrimônio cultural santista e os rumos deste município, que tem participação fundamental na história do Brasil.--The development of the city of Santos is deeply marked by the relationship of its territory with the sea. Based on this essential feature, the documentary of the Sea invites us to reflect on the cultural heritage of Santos and the rumors of this municipality, which plays a fundamental role in the history of Brazil.
Ficha Técnica "Cidade do Mar"Roteiro e Direção: Dino MenezesArgumento: Dino Menezes e Rafael AmbrosioProdução Executiva: Vanessa Rodrigues Aguiar e Leandro TaveiraEntrevistados:Rafael MoreiraMarília BonaRafael AmbrosioJaqueline (Santos Antiga)Marcelo (Professor História)Reinaldo MartinsAssistente de Produção: Clayton dos Anjos e Nilton FerreiraDireção de Fotografia: Michel CustódioImagens de Drone: Popmidia Filmes e Bola BlackDesigner Gráfico: Vanessa Rodrigues AguiarTrilha Original: Nilson DouradoMontagem som: Dino Menezes e Felipe RomanoEdição e montagem: Dino MenezesEdição de Imagens: Tubo FilmesImagens antigas: Companhia das Docas de Santos / Cinemateca Brasileira.Pinturas: Benedito CalixtoFinalização: Michel CustódioAssessoria de Imprensa: Simone de MarcoProjeto PROAC: Leandro TaveiraAgradecimentos:MABS Movimento de audiovisual da Baixada SantistaPrefeitura de SantosSecretária de Cultura de SantosFilm Comission SantosCompanhia Docas de SantosCinemateca BrasileiraProdução: Dino Filmes e atelier ABOUTSantos | 2021
Sobre:Documentário Cidade do Mar destaca a importância do patrimônio santistaContemplada em dois editais culturais, Proac LAB 56/2020 e no 8o Facult, o filme aborda a importância do patrimônio cultural santista.a produção audiovisual aborda a história do desenvolvimento urbanístico da cidade e põe foco nas temáticas da preservação e da identidadeQual a importância da preservação do patrimônio histórico da cidade de Santos?Este questionamento motivou a parceria entre o cineasta Dino Menezes e o arquiteto Rafael Ambrósio para a realização do documentário Cidade do Mar. O projeto foi idealizado num encontro dos dois amigos que, entre outras coisas, têm em comum o interesse pela história e arquitetura da cidade litorânea. “Sempre fui bastante curioso em relação à origem de Santos, principalmente no que podemos conhecer dela ao olhar para os prédios e monumentos mais antigos”, conta Menezes.“Assim, em contato com o Rafael, surgiu a ideia de registar em imagens e depoimentos um retrato sobre o patrimônio cultural de Santos”, acrescenta. Teve início, então, o projeto Cidade do Mar, que foi contemplado em dois editais do setor cultural em 2020: o 8o Facult, concurso de apoio a projetos culturais independentes no município de Santos, e o Proac Expresso Lei Aldir Blanc, do governo do Estado.Com 24 minutos de duração, o filme aborda o processo de urbanização de Santos, a partir da relação de seu território com o mar, e traz reflexões sobre as noções de patrimônio, a importância da preservação, inclusive das identidades, e as perspectivas para o futuro.Abrangendo desde a origem da cidade, ainda como vila, até os dias atuais, apresenta fotografias, pinturas históricas e imagens captadas em drones, além de entrevistas com especialistas. “Busquei trazer o olhar da arquitetura para o cinema, juntando a tecnologia de imagem mais antiga, representada por uma pintura de Benedito Calixto, com a mais moderna, ou seja, as imagens captadas por drone”, explica o diretor.Séculos de históriaAs locações escolhidas para as gravações foram a Cadeia Velha de Santos, a Casa da Frontaria Azulejada e o Teatro Guarani, que estão entre as construções históricas mais significativas da cidade. “Partimos da reflexão de que, às vezes, as pessoas não apreciam e batalham pela preservação do nosso patrimônio histórico e arquitetônico, simplesmente, porque não conhecem o seu valor”, explica o arquiteto Rafael Ambrósio. “Assim, a produção tem como objetivo proporcionar mais conhecimento, para os santistas, e os brasileiros, sobre a questão da preservação do patrimônio, que ultrapassa a manutenção da memória edificada. Queremos debater sobre como aliar desenvolvimento econômico e social à manutenção das referências das várias identidades. Isso, na minha visão, é o desafio a ser vencido”, afirma ele.Segundo o arquiteto, o centro histórico de Santos é um museu a céu aberto, com edifícios que remontam a séculos de história, não só da cidade, mas do Brasil. Mas, mesmo assim, sofre constante pressão para demolições. “Nesse intuito, especuladores recorrem à falsa afirmação de que as leis de proteção do patrimônio atrapalham o desenvolvimento, quando, na verdade, é sua destruição que põe em risco o nosso futuro. Querem acabar com o que temos de mais rico”, alerta Ambrósio.Uma das construções representativas da cidade que já não existe mais, o Parque Balneário, é um dos destaques do filme. Demolido em 1973, o antigo Parque Balneário Hotel foi símbolo de glamour da época áurea do café, no começo do século 20. Para poder apresentar na produção o seu luxuoso edifício, o diretor Dino Menezes recorreu à pesquisa fotográfica.“Considero uma perda enorme a destruição desse marco arquitetônico da cidade”, lamenta.Influências LusitanasAlém de Ambrósio, o documentário tem como entrevistados os historiadores Adriana Negreiros, Jaqueline Fernández e Reinaldo Martins, a educadora Joice Mendes e o cientista político Rafael Moreira.O filme conta, ainda, com trilha sonora original, que foi encomendada a um músico brasileiro que atua em Portugal, Nilson Dourado. “Como temos muitos marcos da origem portuguesa na nossa arquitetura, ele produziu uma trilha com influências lusitanas”, finaliza Menezes.
"O Gato Fantasma do Cemitério do Paquetá" Curta-animação 5’20” | 2021https://www.youtube.com/watch?v=RpRNnTaGEn8
Sinopse: A animação conta a história que há mais de 100 anos um gato preto habita um cemitério na cidade de Santos. Qual o mistério por trás dessa lenda? Descubra se tiver coragem!
Ficha TécnicaConto do Livro "Pra quem Acredita em Fantasmas" de Dino MenezesProdução Executiva: Vanessa Rodrigues AguiarRoteiro e direção: Dino MenezesCo-direção e animação: Fábio Teófilo.Locução: Natanael Gomes Alencar e Miriam VieiraIlustradores: Bruno Nicodemos e Vinicius Ribeiro SilvaAnimação: Fábio Teófilo e Renan FelicianoMúsica: The Raven (Original Horror Song) de Marcos Paulo Campos (Pianeiro)Gravação e Mixagem: Felipe RomanoMontagem trilha: Dino MenezesRevisão de texto: Simone de MarcoAssistente de Produção: Clayton LuizFotografia: Kelly JandaiaArte cartaz: Vinil ColanteLegendas: Iasmin AlvarezTradução Espanhol: Sheila Pavanelli SilvaTradução Inglês: Rafael MoreiraProdução: Dino Filmes e atelier ABOUT | Santos
”História Oral da Gente de Santos” Curta-documentário 19'59" | 2018Direção Dino Menezeshttps://www.youtube.com/watch?v=kOnlYHuWZik
Sinopse: O filme História Oral da Gente de Santos tece uma rede de memórias por meio do despertar das histórias que foram perdidas ao longo do tempo.Em cada esquina da cidade de Santos existe uma história para ser contada. Em cada olhar do seu povo são guardadas memórias que são verdadeiras relíquias.O foco principal deste projeto é tecer uma rede de memórias despertando essas histórias que se perderam no tempo, por diversas razões; é construir uma identidade santista através de palavras e imagens.O conceito de memória enquanto um fenômeno social se apresenta como um processo histórico e tradicional que observa e analisa as características culturais de um determinado povo.A sociedade como produtora de conhecimento deve, sem dúvidas, preservar sua história e sua cultura, pois entende-se que delas provém a atual identidade do povo.Vamos percorrer lendas famosas e anônimas e responder algumas perguntas que inquietam os santistas mais novos e os turistas que nos visitam.
Ficha TécnicaDireção e Roteiro: Dino MenezesProdução Executiva e Design: Vanessa Rodrigues AguiarNarração: Camila GenaroTexto Locução: Simone de MarcoAssistente de Produção: Larissa MeloFotografia, Edição e Finalização: Dino MenezesImagens Aéreas: Bola Black, Paulo Bakhos e Ronaldo MelloTrilha Sonora: Dino MenezesMúsicas:Canção do Mar & Sons de Rabeca - Márcio BarretoE depois do Batuque; Saudação a Defumação; Como é que é Zé; Até já & Jalabad - Felipe RomanoEntrevistados:Camila GenaroArquimedes MachadoMarcio BarretoAlexandre CamiloAilton GuedesAdriana NegreirosAgradecimentos:Percutindo MundosQuiloa MaracatuPinacoteca Benedito CalixtoMuseu da Bolsa do CaféAssociação de Melhoramentos do Monte SerratPrefeitura de SantosSEDUCProdução Dino Filmes, atelier ABOUT e Camila GenaroSantos | 2018
"Luz, Câmera, Inclusão... um filme sobre a Luta Antimanicomial" Curta-documentário 29'56" | 2016
https://www.youtube.com/watch?v=HxKmNlRiu1Y
Sinopse: "Luz, Câmera, Inclusão... um filme sobre a Luta Antimanicomial" faz uma viagem de volta à década de 1980 para contar a história da Casa de Saúde Anchieta, em Santos, que naquela época ficou conhecida como Casa dos Horrores.
O lugar era um retrato do abandono e descaso dos manicômios espalhados pelo Brasil, sempre marcados pela superlotação, falta de profissionais e maus-tratos.
Ficha Técnica
Direção: Dino Menezes
Produção Executiva: Vanessa Rodrigues Aguiar
Co-Direção: Fabiano Keller
Fotografia: Dino Menezes e Fabiano Keller
Argumento: Adriano Machado
Design de Produção: Betinho Neto
Assessoria de Imprensa: Beatriz Bucciano
Músicas: Hermeto Pascoal
Produção: Dino Filmes e Noise Coletivo
Santos | 2016


