Portfolio de produção executiva | Vanessa Rodrigues Aguiar

Portfolio de produção executiva | Vanessa Rodrigues Aguiar 
[Parceria atelier ABOUT e Dino Filmes]


Cartaz "Papel" de Dino Menezes

"Papel" Ficção | Drama/Horror | FullHD | COR | 18'51” | 2025 | BRAZIL | PT

Sinopse: "Papel" adentra o universo de Plínio Marcos para retratar o cotidiano de catadores de papel explorados por um patrão opressor. Com sutis toques de terror urbano, o filme tece um retrato inquietante das injustiças sociais.

FICHA TÉCNICA

Produção Executiva Van Aguiar
Direção Dino Menezes
Codireção Paula D'Albuquerque
Roteiro Nilma Nunes
ELENCO        
BERRÃO Caio Martinez
NHANHÁ Oyá Yinká
COCO Hiran Araújo
Anastácia Telly
MARIA-VAI Mayara Gomez
CHICÃO Henrique Nascimento
FRIDO Kleber Almeida
NOCA ABECCA
TIÃO Diogo Cunha
Direção de Elenco Paula D'Albuquerque
Direção de Arte Bia Maran
Direção de Fotografia Ariel Quintela
Produção Telmo Martins
Som Direto Brayan Arevalo | Gori Films
Assist. de Prod/Platô Clayton dos Anjos
Assistência de Direção Digo Maransaldi
Assistência de Elenco Chéri de Moira
Assist. de Prod/ Se Ney Paiva
Catering atelier ABOUT
Montagem Michel Custódio & Dino Menezes
Finalização de Cor Ariel Quintela
Lettering & Design Van Aguiar
Desenho de Som e Master Iasmin Alvarez
Foto Still Dino Menezes
Making of Telmo Martins & Dino Menezes
Acessibilidade atelier ABOUT
Legendas Iasmin Alvarez
Assessoria de Imprensa Ivo Felipe
Gestão de Projeto Leandro Taveira        
Apoio        
Santos Film Commission / SECULT SANTOS / Prefeitura Municipal de Santos
Projeto contemplado no edital municipal 008/2023 | LEI PAULO GUSTAVO
Ministério da Cultura / Governo Federal do Brasil

 




"Índio não é Fantasia"  Curta-documentário 14'06" | 2023

Sinopse: "Índio não é Fantasia" retrata a luta dos povos originários por seus direitos territoriais, destacando o embate contra o marco temporal e a resistência das comunidades indígenas brasileiras, com foco na Aldeia Tekoá Paranapuã. Através dos depoimentos das principais lideranças indígenas, o documentário nos faz refletir sobre as consequências devastadoras da perda de terras ancestrais para esses povos e para o equilíbrio ambiental. 


Ficha Técnica | Índio não É Fantasia

Depoimentos
Ronildo Amandios - Wêrá Mirim
Sonia Guajajara
Marcelino Tibes - Qarai Etenonde
Suelen de Oliveira - Pará Poty
Erundina Gabriel dos Santos - Pará Poty
Samela Sateré Mawé
Juliana Kerexu
Tukuma Pataxo
Cacique Raoni Metuktire
Kleber Karipuna
Maurício Terena
Direção
Dino Menezes
Produção Executiva
Vanessa Rodrigues Aguiar
Leandro Taveira
Fabricio De Lima
Argumento
Dino Menezes
Estela Magalhães
Ronildo Werá
Roteiro
Dino Menezes
Nildo Ferreira
Pesquisa
Marilia Gomes Ghizzi Godoy
Rafael Moreira
Simone de Marco
Projeto
Leandro Taveira
Vanessa Rodrigues Aguiar
Direção de Produção
Estela Magalhães
Direção de Fotografia
Fabiano Keller
Michel Custódio
Assistente de Produção
Wera Popygua - Eder Benetez
Djéra Mirim - Leilane Amandios Macena
 Clayton Luiz
Ney Paiva
Som direto e finalização de som
Brayan Arévalo "Gori"
Trilha e Som
Dino Menezes
Músicas
Coral Guarani da Aldeia Paranapuã
Edição e Finalização
Ariel Quintela
Dino Menezes
Michel Custódio
Making of
Ariel Quintela
Direção de Arte
Vanessa Rodrigues Aguiar
Foto Still
Kelly Jandaia
Juliana Duarte
Legendas
Iasmim Alvarez
Tradução
Leonardo Edileno - Wera Tupã
Assessoria de Imprensa
Egle Cisterna
Gustavo T. Miranda
Distribuição
Paulo Luz Corrêa - Sitfestivais
Motorista
Emerson Mesquita
Agradecimento
Wêrá Mirim
Ará
Wera Popygua
Karaí Popygua
Tupã Mirim
Para Poty
Karaí Jeguaka
Djéra Mirim
Yva Mirim
Paráyvoty
Yry Nhênduá
Djáxuka Réte Mirim
Krai Popyguá
Kerexu Mirim
Karai Ténôndê
Pará Poty
Kerexu nhênduá
 
Produção
Dino Filmes e atelier ABOUT

Tekoá Paranapuã - São Vicente
Santos  2023

“NHÃNDÊ KUERY MÃ HI’ÃN RIVÊ HÊ’YN” - Não somos apenas sombras | 2023 (Doc 12’)  

Sinopse: O filme ‘Nhãndê kuery mã hi'ãn rivê hê'yn’ (Não Somos apenas sombras) narra, em guarani,  a história e os desafios atuais da aldeia indígena Paranapuã, localizada em São Vicente, no litoral de São Paulo. O documentário propõe que indígenas se vejam em tela de cinema, como protagonistas da sua própria história.

*filme exibido em mais de 40 festivais nacionais e internacionais.

FICHA TÉCNICA | Não somos apenas sombras
Mombe'u va'e (Depoimentos)
Wêrá Mirim - Ronildo Amandios
Sonia Guajajara
Moenonde va'e kue (Direção)
Dino Menezes
Mboruvixa kuaa pota va'e kue (Produção Executiva)
Vanessa Rodrigues Aguiar
Leandro Taveira
Fabricio De Lima
kuaa pota (Argumento)
Dino Menezes
Estela Magalhães
Ronildo Werá
Mba'e apo (Roteiro)
Dino Menezes
Nildo Ferreira
kuaa pota (Pesquisa)
Marilia Gomes Ghizzi Godoy
Rafael Moreira
Simone de Marco
Mba'e japo (Projeto)
Leandro Taveira
Vanessa Rodrigues Aguiar
Mba'e japo gueroguata (Direção de Produção)
Estela Magalhães
Hi'ã re openã opena va'e (Direção de Fotografia)
Fabiano Keller
Michel Custódio
Mba'eapo re kuaa pota (Assistente de Produção)
Wera Popygua - Eder Benetez
Djéra Mirim - Leilane Amandios Macena
Clayton Luiz
Ney Paiva
Hi'ã re openã opena va'e (Som direto e finalização de som)
Brayan Arévalo "Gori"
Onhendua re mba'apoa (Trilha e Som)
Dino Menezes
Músicas
Coral Guarani da Aldeia Paranapuã
Ojekuaa va'e re kuaa pota ha'e mbaeapo mboty (Edição e Finalização)
Ariel Quintela
Dino Menezes
Michel Custódio
Japo va'e kue (Making of)
Ariel Quintela
Mba'e mo para re nhemoenonde (Direção de Arte)
Vanessa Rodrigues Aguiar
Hi'ã (Foto Still)
Kelly Jandaia
Jayvua ipara (Legendas)
Iasmim Alvarez
Ijayvua omombe'u jurua ha'e mbya (Tradução)
Leonardo Edileno - Wera Tupã
jekuaa va'e re mba'eapoa reve nhomboayvua (Assessoria de Imprensa)
Egle Cisterna
Gustavo T. Miranda
Mboja'o (Distribuição)
Paulo Luz Corrêa - Sitfestivais
Mboguataa (Motorista)
Emerson Mesquita
Me' porã ete (Agradecimento)
Wêrá Mirim
Ará
Wera Popygua
Karaí Popygua
Tupã Mirim
Para Poty
Karaí Jeguaka
Djéra Mirim
Yva Mirim
Paráyvoty
Yry Nhênduá
Djáxuka Réte Mirim
Krai Popyguá
Kerexu Mirim
Karai Ténôndê
Pará Poty
Kerexu nhênduá
Mba'eapo moenonde (Produção)
Dino Filmes e atelier ABOUT
Tekoá Paranapuã - São Vicente
Santos 2023


“Quando as Máquinas Param” Curta-Ficção 15’40” | 2022 
 
Sinopse: O filme conta a história do casal, Nina e Zé, ou qualquer casal que se encontre diante das dificuldades da vida. Reféns da impossibilidade, sufocados pelo dia-a-dia, o casal resiste. Fragilizados pela recessão e o desemprego. Em meio a ondas de demissões e a falta de perspectiva em um Brasil que não muda.



Ficha Técnica “Quando as Máquinas Param"
Baseado na Obra de Plínio Marcos
Elenco: Beatriz Bittencourt, Marcus di Bello e Caio Martinez Pacheco
Roteiro: Nildo Ferreira
Direção: Dino Menezes
Produção Executiva: Vanessa Rodrigues Aguiar
Pesquisa e orientação: Kiko Barros
Direção de Fotografia: Fabiano Keller e Michel Custódio
Preparação de elenco: Vinicius Ferreira
Trilha Original: Felipe Romano
Músicas: “Samba ferramentas e máquinas” e “Triste silêncio”
Edição e Finalização: Nilton Ferreira
Direção de Arte: Bia Maran
Vozes em Of: Maria Tornatore, Rafael Moreira e Fabricio de Lima.
Assistente de Direção e Platô: Clayton Luiz
Som Direto: Julio Galassi e Brayan Gori
Making Of: Brayan Gori
Produção Local: Arquimedes Machado e Igor Hadji
Assessoria de Imprensa: Simone de Marco Rodrigues
Assessoria Contábil: Ygor Fazion Gradela
ORAGO Administração e Contabilidade
Assessoria Jurídica: Rita de Cássia Pellegrini Almeida e Kátia Maria Louro Cação Araújo
Catering: Padaria Roxy
Motorista: Ney Paiva
Eletricista: Roberto Carlos Oliveira
Barbeiro: Bola Black
Produção: Dino Filmes e atelier ABOUT
Santos | 2022

 Sobre:

Curta-metragem Quando as Máquinas Param é tributo a Plínio Marcos e à atualidade de sua obra.

O filme do cineasta santista Dino Menezes foi realizado com recursos 1º Concurso de Apoio a Projetos Culturais de Curtas-Metragens no Município de Santos
Destacar a atualidade de um texto de Plínio Marcos pode soar como lugar comum, já que toda a sua obra parece escrita nos dias de hoje. Mas, diante de Quando as Máquinas Param, de 1967, não há como deixar de se ressaltar isso.
A peça teatral, que retrata a degradação do casamento de um jovem casal, Nina e Zé, devido a mazelas sociais como o desemprego, a falta de oportunidade e o machismo, surge perfeitamente ancorada no presente no curta-metragem Quando as Máquinas Param, do diretor Dino Menezes, recém-lançado.
A realização decorre do 1º Concurso de Apoio a Projetos Culturais de Curtas-Metragens no Município de Santos. O projeto de Menezes foi um dos cinco contemplados no edital inaugural da iniciativa promovida pelo Movimento Audiovisual da Baixada Santista (Mabs), em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura de Santos (Secult).
A escolha do texto de Plínio Marcos para a adaptação audiovisual foi especial para o diretor. Menezes iniciou no teatro, em Santos, justamente no papel de Zé, momento em que tornou-se, também, um grande admirador do autor da peça. “Ao pensar em um projeto para esse edital, resolvi que tinha de ser alguma coisa que tivesse muito a ver com a cidade e a minha trajetória. Então, decidi que faria um filme com Quando as Máquinas Param, um texto que conheço profundamente”, explica.
Ele seguiu o mesmo critério para definir a locação, que se deu em uma casa no Monte Serrat, símbolo santista que fica voltado para o porto. “ O morro é um lugar que, além de ser uma referência da cidade, também remete ao ambiente portuário, que está relacionado ao texto“, explica Menezes.
No local, o diretor pode contar ainda com o apoio do diretor da Sociedade de Melhoramentos do Monte Serrat e agitador cultural Arquimedes Machado, que pediu a colaboração dos moradores para a realização da filmagem. “Eles foram muito cooperativos. Estavam no seu cotidiano e, mesmo assim, os que moravam mais próximo da nossa locação desligaram o som das suas TVs e evitaram fazer barulho para não atrapalhar”, conta.

Fato curioso
A equipe do curta-metragem é formada em sua maioria por artistas da região. O elenco reúne Beatriz Bittencourt, no papel de Nina, Marcus Di Bello, como Zé, e Caio Martinez Correa, que atua como ”Gordão”.
Sobre a participação da atriz, Menezes ressalta um fato curioso. Conta que, ao convidá-la para atuar no filme, ela disse que seu avô, que também era ator, havia lhe dado o texto original de Quando as Máquinas Param antes de morrer.
“O avô de Bia, seu Júlio, tinha guardado o texto da montagem em que tinha atuado quando jovem, na qual interpretará o Zé, dirigido pelo próprio Plínio. Daí, não tive dúvida. O roteiro foi produzido a partir dele”, destaca o diretor.
A elaboração do roteiro, que envolveu a adaptação da peça para o curta-metragem, ficou a cargo de Nildo Ferreira. A direção de fotografia é de Fabiano Keller e Michel Custódio, que já trabalharam com Menezes em outras realizações, assim como Clayton Luiz, assistente de produção, e Nilton Ferreira, que cuidou da edição e finalização.
Vanessa Rodrigues Aguiar, companheira de Menezes, é a responsável pela produção-executiva, Júlio Galassi e Brayam Gori, pelo som, Felipe Romano, pela trilha original e Bia Maran, pela direção de arte.

Produção inédita
A realização do filme contou também com a pesquisa e orientação de Kiko Barros, representante legal da obra de Plínio e filho do dramaturgo, que, pela primeira vez, acompanhou uma adaptação cinematográfica da peça. “Pelo menos, eu não tenho notícia de nenhuma outra produção de cinema com este texto”, comenta.
Segundo ele, Quando as Máquinas Param, por tratar de questões que estão na ordem do dia, é um texto que tem sido muito procurado nos últimos tempos (embora nunca tenha deixado de ser). Mas sempre para montagens teatrais.
“Por isso, o filme me surpreendeu. Achei muito interessantes as soluções que o Dino encontrou para contar a história em um curta de 15 minutos”, comenta Barros, referindo-se à edição em quatro grandes cenas, quase todas dentro da casa de Nina e Zé.
“Ele conseguiu integrar no filme todos os elementos principais do texto, como a peregrinação de Zé atrás de emprego, mesmo que de forma implícita. Na peça, por exemplo, o personagem vai para a fila em busca de trabalho. No filme, não tem isso, mas a procura fica evidente no contato com o Gordão”, explica.
Sobre a produção inédita, destaca ainda o enfoque de Menezes na questão da violência contra a mulher e a locação no Monte Serrat. “Gostei bastante da casa naquele local, com a vista inicial do porto, e achei surpreendente o chamado para o problema da violência contra a mulher no final do filme. Até porque, o foco do Plínio sempre foi a questão trabalhista. Naquela época, o tema da mulher não estava em discussão, embora ele já tratasse disso no texto. Mas não era urgente, como hoje”, comenta.
Barros considera que, com sua abordagem, Menezes conseguiu manter a essência da obra de Plínio Marcos, que sempre buscou promover o debate sobre os problemas sociais com sua obra. “Ele dizia que o seu teatro só tinha sentido se fosse uma tribuna livre para discutir os problemas do homem até as suas últimas consequências. Faz isso até hoje”, conclui.

Temas relevantes
Para Menezes, trabalhar com a obra de Plínio Marcos é sempre uma oportunidade de tocar em temas relevantes. Tanto que, em sua adaptação, aparecem referências a questões do noticiário atual. “Nada como trazer a discussão do Plínio para tratar desse momento”, afirma.
A ambientação da casa, sem aparelhos de tecnologia mais atual, segundo ele, foi uma solução adotada para contar a história de forma atemporal. “Isso porque estão retratados ali problemas que existem na nossa sociedade desde sempre”, explica.
Sobre o apelo final de seu curta, o diretor diz que optou por destacar uma situação que considera alarmante. “Desde a primeira vez que li Quando as Máquinas Param, o desfecho da história me tocou muito. Eu sempre me perguntava o que tinha acontecido ali. Assim, como neste exato momento há um alto índice de violência contra a mulher, puxei para essa questão”, informa.

 

"Cidade do Mar" Curta-documentário 24’51” | 2021
https://youtu.be/gT9bjnLmNrA?t=52

Sinopse: O surgimento e o desenvolvimento da cidade de Santos estão profundamente marcados pela relação de seu território com o mar. Partindo dessa característica essencial, o documentário Cidade do Mar convida à reflexão sobre o patrimônio cultural santista e os rumos deste município, que tem participação fundamental na história do Brasil.
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The development of the city of Santos is deeply marked by the relationship of its territory with the sea. Based on this essential feature, the documentary of the Sea invites us to reflect on the cultural heritage of Santos and the rumors of this municipality, which plays a fundamental role in the history of Brazil.

Ficha Técnica "Cidade do Mar"
Roteiro e Direção: Dino Menezes
Argumento: Dino Menezes e Rafael Ambrosio
Produção Executiva: Vanessa Rodrigues Aguiar e Leandro Taveira
Entrevistados:
Rafael Moreira
Marília Bona
Rafael Ambrosio
Jaqueline (Santos Antiga)
Marcelo (Professor História)
Reinaldo Martins
Assistente de Produção: Clayton dos Anjos e Nilton Ferreira
Direção de Fotografia: Michel Custódio
Imagens de Drone: Popmidia Filmes e Bola Black
Designer Gráfico: Vanessa Rodrigues Aguiar
Trilha Original: Nilson Dourado
Montagem som: Dino Menezes e Felipe Romano
Edição e montagem: Dino Menezes
Edição de Imagens: Tubo Filmes
Imagens antigas: Companhia das Docas de Santos / Cinemateca Brasileira.
Pinturas: Benedito Calixto
Finalização: Michel Custódio
Assessoria de Imprensa: Simone de Marco
Projeto PROAC: Leandro Taveira
Agradecimentos:
MABS Movimento de audiovisual da Baixada Santista
Prefeitura de Santos
Secretária de Cultura de Santos
Film Comission Santos
Companhia Docas de Santos
Cinemateca Brasileira
Produção: Dino Filmes e atelier ABOUT
Santos | 2021

 

Sobre:
Documentário Cidade do Mar destaca a importância do patrimônio santista 
Contemplada em dois editais culturais, Proac LAB 56/2020 e no 8o Facult, o filme aborda a importância do patrimônio cultural santista.a produção audiovisual aborda a história do desenvolvimento urbanístico da cidade e põe foco nas temáticas da preservação e da identidade

Qual a importância da preservação do patrimônio histórico da cidade de Santos? 
Este questionamento motivou a parceria entre o cineasta Dino Menezes e o arquiteto Rafael Ambrósio para a realização do documentário Cidade do Mar. O projeto foi idealizado num encontro dos dois amigos que, entre outras coisas, têm em comum o interesse pela história e arquitetura da cidade litorânea. “Sempre fui bastante curioso em relação à origem de Santos, principalmente no que podemos conhecer dela ao olhar para os prédios e monumentos mais antigos”, conta Menezes.
“Assim, em contato com o Rafael, surgiu a ideia de registar em imagens e depoimentos um retrato sobre o patrimônio cultural de Santos”, acrescenta. Teve início, então, o projeto Cidade do Mar, que foi contemplado em dois editais do setor cultural em 2020: o 8o Facult, concurso de apoio a projetos culturais independentes no município de Santos, e o Proac Expresso Lei Aldir Blanc, do governo do Estado.
Com 24 minutos de duração, o filme aborda o processo de urbanização de Santos, a partir da relação de seu território com o mar, e traz reflexões sobre as noções de patrimônio, a importância da preservação, inclusive das identidades, e as perspectivas para o futuro. 
Abrangendo desde a origem da cidade, ainda como vila, até os dias atuais, apresenta fotografias, pinturas históricas e imagens captadas em drones, além de entrevistas com especialistas. “Busquei trazer o olhar da arquitetura para o cinema, juntando a tecnologia de imagem mais antiga, representada por uma pintura de Benedito Calixto, com a mais moderna, ou seja, as imagens captadas por drone”, explica o diretor.

Séculos de história
As locações escolhidas para as gravações foram a Cadeia Velha de Santos, a Casa da Frontaria Azulejada e o Teatro Guarani, que estão entre as construções históricas mais significativas da cidade. “Partimos da reflexão de que, às vezes, as pessoas não apreciam e batalham pela preservação do nosso patrimônio histórico e arquitetônico, simplesmente, porque não conhecem o seu valor”, explica o arquiteto Rafael Ambrósio. “Assim, a produção tem como objetivo proporcionar mais conhecimento, para os santistas, e os brasileiros, sobre a questão da preservação do patrimônio, que ultrapassa a manutenção da memória edificada. Queremos debater sobre como aliar desenvolvimento econômico e social à manutenção das referências das várias identidades. Isso, na minha visão, é o desafio a ser vencido”, afirma ele.

Segundo o arquiteto, o centro histórico de Santos é um museu a céu aberto, com edifícios que remontam a séculos de história, não só da cidade, mas do Brasil. Mas, mesmo assim, sofre constante pressão para demolições. “Nesse intuito, especuladores recorrem à falsa afirmação de que as leis de proteção do patrimônio atrapalham o desenvolvimento, quando, na verdade, é sua destruição que põe em risco o nosso futuro. Querem acabar com o que temos de mais rico”, alerta Ambrósio.

Uma das construções representativas da cidade que já não existe mais, o Parque Balneário, é um dos destaques do filme. Demolido em 1973, o antigo Parque Balneário Hotel foi símbolo de glamour da época áurea do café, no começo do século 20. Para poder apresentar na produção o seu luxuoso edifício, o diretor Dino Menezes recorreu à pesquisa fotográfica.
“Considero uma perda enorme a destruição desse marco arquitetônico da cidade”, lamenta.

Influências Lusitanas
Além de Ambrósio, o documentário tem como entrevistados os historiadores Adriana Negreiros, Jaqueline Fernández e Reinaldo Martins, a educadora Joice Mendes e o cientista político Rafael Moreira.

O filme conta, ainda, com trilha sonora original, que foi encomendada a um músico brasileiro que atua em Portugal, Nilson Dourado. “Como temos muitos marcos da origem portuguesa na nossa arquitetura, ele produziu uma trilha com influências lusitanas”, finaliza Menezes. 


 


"O Gato Fantasma do Cemitério do Paquetá" Curta-animação 5’20” | 2021
https://www.youtube.com/watch?v=RpRNnTaGEn8

Sinopse: A animação conta a história que há mais de 100 anos um gato preto habita um cemitério na cidade de Santos. Qual o mistério por trás dessa lenda? Descubra se tiver coragem!

Ficha Técnica
Conto do Livro "Pra quem Acredita em Fantasmas" de Dino Menezes
Produção Executiva: Vanessa Rodrigues Aguiar
Roteiro e direção: Dino Menezes
Co-direção e animação: Fábio Teófilo.
Locução: Natanael Gomes Alencar e Miriam Vieira
Ilustradores: Bruno Nicodemos e Vinicius Ribeiro Silva
Animação: Fábio Teófilo e Renan Feliciano
Música: The Raven (Original Horror Song) de Marcos Paulo Campos (Pianeiro)
Gravação e Mixagem: Felipe Romano
Montagem trilha: Dino Menezes
Revisão de texto: Simone de Marco
Assistente de Produção: Clayton Luiz
Fotografia: Kelly Jandaia
Arte cartaz: Vinil Colante
Legendas: Iasmin Alvarez
Tradução Espanhol: Sheila Pavanelli Silva
Tradução Inglês: Rafael Moreira
Produção: Dino Filmes e atelier ABOUT | Santos



 ”História Oral da Gente de Santos” Curta-documentário 19'59" | 2018
Direção Dino Menezes
https://www.youtube.com/watch?v=kOnlYHuWZik
  
Sinopse: O filme História Oral da Gente de Santos tece uma rede de memórias por meio do despertar das histórias que foram perdidas ao longo do tempo.
Em cada esquina da cidade de Santos existe uma história para ser contada. Em cada olhar do seu povo são guardadas memórias que são verdadeiras relíquias.
O foco principal deste projeto é tecer uma rede de memórias despertando essas histórias que se perderam no tempo, por diversas razões; é construir uma identidade santista através de palavras e imagens.
O conceito de memória enquanto um fenômeno social se apresenta como um processo histórico e tradicional que observa e analisa as características culturais de um determinado povo.
A sociedade como produtora de conhecimento deve, sem dúvidas, preservar sua história e sua cultura, pois entende-se que delas provém a atual identidade do povo.
Vamos percorrer lendas famosas e anônimas e responder algumas perguntas que inquietam os santistas mais novos e os turistas que nos visitam.


Ficha Técnica
Direção e Roteiro: Dino Menezes

Produção Executiva e Design: Vanessa Rodrigues Aguiar
Narração: Camila Genaro
Texto Locução: Simone de Marco
Assistente de Produção: Larissa Melo
Fotografia, Edição e Finalização: Dino Menezes
Imagens Aéreas: Bola Black, Paulo Bakhos e Ronaldo Mello
Trilha Sonora: Dino Menezes
Músicas:
Canção do Mar & Sons de Rabeca - Márcio Barreto
E depois do Batuque; Saudação a Defumação; Como é que é Zé; Até já & Jalabad - Felipe Romano
Entrevistados:
Camila Genaro
Arquimedes Machado
Marcio Barreto
Alexandre Camilo
Ailton Guedes
Adriana Negreiros
Agradecimentos:
Percutindo Mundos
Quiloa Maracatu
Pinacoteca Benedito Calixto
Museu da Bolsa do Café
Associação de Melhoramentos do Monte Serrat
Prefeitura de Santos
SEDUC

Produção Dino Filmes, atelier ABOUT e Camila Genaro
Santos | 2018




 




"Luz, Câmera, Inclusão... um filme sobre a Luta Antimanicomial" Curta-documentário 29'56" | 2016
https://www.youtube.com/watch?v=HxKmNlRiu1Y
 

Sinopse: "Luz, Câmera, Inclusão... um filme sobre a Luta Antimanicomial" faz uma viagem de volta à década de 1980 para contar a história da Casa de Saúde Anchieta, em Santos, que naquela época ficou conhecida como Casa dos Horrores.
O lugar era um retrato do abandono e descaso dos manicômios espalhados pelo Brasil, sempre marcados pela superlotação, falta de profissionais e maus-tratos.


Ficha Técnica
Direção: Dino Menezes
Produção Executiva: Vanessa Rodrigues Aguiar
Co-Direção: Fabiano Keller
Fotografia: Dino Menezes e Fabiano Keller
Argumento: Adriano Machado
Design de Produção: Betinho Neto
Assessoria de Imprensa: Beatriz Bucciano
Músicas: Hermeto Pascoal
Produção: Dino Filmes e Noise Coletivo
Santos | 2016

 

.Gestão em design |cliente: Nilson Dourado




2012 mai & dez
Nilson Dourado | Multiinstrumentista
.Gestão em Design Gráfico
_Projeto de Webdesign;
_Implementação de blog/site na web;
_Desenho Gráfico de CD + fechamento de arquivos para produção.

.Gestão de Marca e Aplicabilidade |cliente: ravenna

Desenvolvimento de Programa de Identidade Visual (PIV) e aplicabilidade de marca | ago.set2011

Com o objetivo de criar coerência entre marca, seus produtos e sua relação com o meio/setor, a primeira etapa foi fechar o conceito da marca junto às proprietárias e desenvolver as regras de uso desta.



Veja abaixo a aplicação em papelaria e outras peças necessárias para a loja.



Aliando tecnologias de aplicação e as possibilidades de investimento financeiro e cronograma restrito, encontrei algumas soluções viáveis que podem ser encontradas na brochura de aplicação da marca em arquitetura abaixo.